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A CMECH

Os jovens da Convenção das Igrejas Evangélicas Holiness do Brasil, são representados pela CMECH, saiba abaixo o que significa a CMECH.

Antes, quase todos os nossos jovens sabiam que CMECH era a sigla da Confederação das Mocidades Evangélicas Cristãs Holiness, entidade que representa os jovens da Igreja Holiness dentro e fora da denominação. Hoje, quando se vêem alguns jovens indagando o que é “cemechi”, é hora de tentar tornar um pouco mais conhecido esse ministério que existe há 43 anos.

Pois é, a Confederação das Mocidades não é tão jovem: nasceu em 1956, no primeiro Congresso da Mocidade da Igreja Holiness, realizado em Pompéia. Seu primeiro presidente foi o então seminarista Key Yuasa, que venceu por pequena margem (não porque a disputa foi acirrada, mas porque o número de votantes era pequeno...) o seu irmão Jun, também estudante de teologia.

Na verdade, a “Confederação” nasceu “Federação”. Mudou de nome no começo da década de 70, quando, a fim de vitalizar o trabalho, foram criadas as federações regionais e cada uma delas enviava dois representantes para a diretoria nacional. Nesses 30 anos, essas federações têm morrido e ressuscitado várias vezes, obrigando a Confederação a mudar seu estatuto de tempos em tempos para se adequar a novas situações.

Sempre presente na denominação

Para fazer justiça aos nossos irmãos mais velhos, seria importante colher o depoimento deles sobre os primeiros 15 ou 20 anos da entidade. Quanto aos últimos 25 anos, não seria exagero afirmar que a Confederação esteve sempre presente nos momentos mais significativos da história da denominação e, mais do que isso, teve em alguns casos papel decisivo na mudança dos rumos da igreja. O atual presidente é Ronaldo Kishimoto, da I.E.Holiness de São José dos Campos.

Em 1973, foi ela que promoveu, sob liderança do seminarista Mitsuo Namba, o primeiro acampamento nos moldes dos que marcaram dali para frente o trabalho de nossa igreja. Além de ser o embrião do nosso ministério de acampamentos, aquele evento introduziu também a tradição de estudos bíblicos em grupos, uma das características mais ricas da Igreja Holiness. Essa foi a contribuição do Pr. Hitoshi Watanabe, que passou boa parte de sua lua-de-mel preparando os guias autodidáticos que utilizamos... Foi também a partir de pesquisa feita no Congresso de 76 que se iniciou um intenso trabalho de treinamento de professores de escola dominical em 76 e 77 pela extinta DTP – Divisão do Trabalho em Português. E a partir de uma reunião durante o acampamento de 77, começou a ganhar forma a idéia de encontros de casais, um campo até então inexplorado. Em todos esses casos, não é que a Confederação fez a obra, mas ela foi usada por Deus para dar apoio e espaço a pessoas que abriram novos caminhos. Essa característica se mantém até hoje, como prova o apoio recente ao Projeto Angola, Nihongo Camp e Acampamento de Universitários.

A partir de 78 os congressos ganharam profundidade cada vez maior, não se limitando mais a assuntos típicos de encontros de jovens. Seus temas (“Cristo é Senhor” [78]; “Ser Cristão no Mundo, Hoje” [79]; “Missão da Igreja, Hoje” [80]; “Discipulado e Missão” [81]; “Vivendo no Espírito em Tempo de Missão” [83]; “Plenitude do Espírito Santo e Serviço” [85]; “Um Corpo, Muitos Membros” [87]) indicam que esses eventos procuravam fazer o jovem pensar não apenas em sua vida pessoal, mas também nos rumos do corpo de Cristo no Brasil e no mundo. Buscava-se o diálogo por um lado com a sociedade em rápida mutação e, por outro lado, com as reflexões evangélicas mais avançadas produzidas em encontros como Congresso Internacional de Evangelização Mundial (Lausanne, 74) e Congresso Brasileiro de Evangelização (83).

Sonhou-se muito, trabalhou-se também: houve épocas em que alguns diretores e colaboradores se reuniam semanalmente. Como resultado, nasceram vários ministérios associados: Projetos Sociais, Louvor, Secundaristas e Universitários. Só este último está em atividade no presente, mas todos eles desempenharam papel importante a seu tempo, abrindo novas fronteiras de trabalho e mostrando novos caminhos para a igreja trilhar. Em especial, a defesa da ação social cristã suscitou muita crítica e preocupação no início, mas vemos com alegria que alguns dos mais ferrenhos opositores do passado estão entre os mais ardorosos colaboradores hoje.

Nos últimos congressos houve mudanças provocadas pela dificuldade natural de manter o nível e pela preocupação com uma carga excessiva de informação sem a prática correspondente: procuram agora ser mais inspirativos, sem deixar de estimular a reflexão. Além de preparar esse evento, a Confederação vem se dedicando há décadas à formação de líderes, por meio de caravanas, retiros, encontros, boletins de reflexão, etc. Houve, é claro, altos e baixos: períodos de intensa atividade e outros em que o trabalho praticamente parou entre um congresso e outro.

Repensando a Confederação

Nos últimos anos, o número cada vez maior de mocidades auto-suficientes tem provocado paradoxalmente o enfraquecimento e redução de espaço da Confederação. Algumas já não sentem tanta necessidade de ajuda externa ou cooperação mútua, a ponto de até haver líderes que nem sabem o que é CMECH. Em certo sentido, isso é ótimo; porém, é também sinal preocupante de que nossos jovens estão ensimesmados no conforto do seu grupo, não enxergando nem o mundo nem os irmãos de igrejas menores que mal conseguem sobreviver... Precisamos reaprender que “mais bem-aventurado é dar que receber”, melhor é oferecer ajuda aos outros que consumir o que os outros nos oferecem.

Para efetuar essa mudança de mentalidade e ajudar a formar “o jovem que Deus quer”, precisamos de mais gente que encare o trabalho com a mocidade não meramente como um compromisso temporário (enquanto dura sua gestão como conselheiro ou líder de jovens), mas como ministério a ser exercido com toda fidelidade pelo tempo que o Senhor quiser. Precisamos de gente que coma, beba e sonhe trabalho com os jovens, consagrando a vida a Deus e a eles. Como em qualquer outro ministério, na história da Confederação também o trabalho foi muito melhor quando Deus pôde contar com mais pessoas dispostas a dar a vida pelo Reino.

Diretoria Atual para os anos de 2018-2019

Presidente: Fernanda Oshiro, IEH de Campo Grande
Vice-presidente: Camila Oyama, IEH de Tangará da Serra
1ª secretária: Patrícia Natume, IEH de Curitiba
2ª secretária: Priscila Yoshihara, IEH da Liberdade
1º tesoureiro: Hideki Uchina, IEH da Liberdade
2º tesoureiro: Lucas Nakamura, IEH de Maringá
Conselheira: Karina Umeki, IEH de Campo Grande
Conselheiro: Pr. Kengo Sato, IEH de São Bernardo do Campo
Pr. Conselheiro: Pr. Shinze Yahiro, IEH de Londrina

Baixe o Estatuto da CMECH
Estatuto Oficial CMECH

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